ÍNDICE ARQT 17/5/06

 

1. Introdução

1.1 Objectivos

1.2 Hipóteses

 

 

2.Os modelos de programação

2.2.1 Fundamentos das rádios “Generalista” e “Especializada”

2.2.1.1 “Serviço Público” e “Rádio Generalista”

2.2.1.2 Alguns exemplos de rádio generalista

2.2.2 Distinções na Rádio Especializada

2.2.2.1 Formatos (ou géneros?)

2.2.2.1.1 Conteúdos e estruturas

2.2.2.2 Formatos: definição e origem

2.2.2.3 O domínio da formatação

2.2.2.3.1 A realidade espanhola

2.2.2.3.2 Outros exemplos na Europa

2.3 Formatos clássicos

2.3.1 Rádios de palavra

2.3.1.1 Rádios informativas

2.3.1.2 Rádio religiosa

2.3.1.3 Rádio de conversa

2.3.2 A música

2.3.2.1 A indústria discográfica

2.3.2.2 Rádios de play list

2.3.3 Formatos mistos

2.4 Formatos novos

2.4.1 O «narrowcasting»

2.4.2 Formatos de futuro

2.4.3 Formatos ecléticos

2.4.3.1«Jack»

2.4.3.2 «Free FM»

 

 

3. A rádio portuguesa

3.1 Caracterização genérica

3.1.1 Quanto às leis e à propriedade

3.1.2 Quanto às audiências

3.1.3 Quanto ao investimento publicitário

3.1.4 Quanto à programação

3.2 Trabalho de campo

3.2.1 Notas metodológicas

3.2.2 Os resultados

3.2.2.1 RFM

3.2.2.2 Rádio Renascença

3.2.2.3 Rádio Comercial

3.2.2.4 TSF

3.2.2.5 Antena 1

3.2.2.6 Cidade FM

3.2.2.7 Antena 3

3.2.2.8 RCP

3.2.2.9 Best Rock FM

3.2.2.10 Mega FM

3.2.3 Conclusões

3.3 Nova análise

3.3.1 Rádio Renascença

3.3.2 Antena 1

3.3.3 Cidade FM

3.3.4 Antena 3

3.3.5 Mega FM

3.4 Resultados finais

 

4.0 Conclusões

4.1 Conclusões imediatas

4.2 Conclusões genéricas

5. Bibliografia